Setores Missionários

Tendo em vista as necessidades crescentes em nossa Paróquia, e visando permitir um atendimento mais rápido e mais próximo aos paroquianos, foram criados ao janeiro de 2009 os 12 setores missionários.

Cada setor missionário têm seu padroeiro e foram excluídos da relação os padroeiros maiores da Paróquia – Nossa Senhora das Graças e São Francisco de Assis.

Os doze setores de nossa paróquia são:

01 – Santa Luzia (Área do Estádio Bruno Daniel)
02 – Santa Teresinha (Área da Vila Industriário/Vila América)
03 – Santo Expedito (Área da Vila Homero Thon)
04 – São Bento (Área do Jardim Stetel)
05 – São Judas Tadeu (Área do Parque Gerassi e extremo da divisa do território paroquial)
06  - Santa Edviges (Área do Centreville)
07 – São Sebastião (Área da Vila Guarani)
08 – São José (Área Humaitá Alto)
09 – Santa Filomena (Área do Humaitá Baixo)
10 – São Miguel Arcanjo (Área Parque Ana Brandão)
11 – Santa Rita (Área do Jardim Ipanema)
12 – Santo Antonio (Área da Vila Progresso)

História do Projeto de setorização

As paróquias como nós as conhecemos hoje, começaram a crescer e a se organizar a partir do século IV, quando o número de cristãos começou a crescer e veio a exigência de novos centros de atendimento. Nos séculos IV e V as igrejas locais não terão muita diferença ou distinção em relação às dioceses.

Posteriormente a Igreja vai se estruturando geograficamente, ligando-se muitas vezes às formas civis de poder e administração e por fim se configura de vez o caráter de territorialidade das paróquias. Esta mudança trouxe o benefício da organização e da melhoria do atendimento da população, sobretudo da zona rural, mas em contrapartida trouxe o prejuízo da institucionalização, da separação entre comunidade e missão e uma perda do dinamismo missionário. Desde então, para muitos, a paróquia passa a ser vista como um lugar onde se pode cumprir uma série de preceitos e obrigações que são impostas aos cristãos. Sobretudo diante da explosão urbana do século XX a paróquia perdeu em muito a sua eficácia pastoral.

A partir das primeiras décadas do século XX vão surgindo outras preocupações na Igreja. Estes movimentos vão ajudar na renovação paroquial, renovação esta que vai ter o seu momento cume na era pós – conciliar. A partir de 1925 o movimento litúrgico faz entender a Igreja paroquial como comunidade litúrgica, ressaltando o valor das assembleias litúrgicas e celebrativas. Na década de quarenta surge na França o movimento renovador que levará a entender a paróquia como comunidade missionária e evangelizadora, sem alterar contudo a sua estrutura física. Nos EUA surge o propósito de fazer da paróquia um grande centro social, quase que substituindo outras entidades sociais e familiares.